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Polícia Federal rejeita sabotagem em acidente de avião que matou Teori

Imagem do Google

A investigação da Polícia Federal sobre as causas da queda do avião que transportava o então ministro do Supremo Tribunal Federal, Teori Zavaski, e outras quatro pessoas há quase um ano, descartou a hipótese de sabotagem na aeronave. A perícia sobre esse ponto da investigação, realizada pelo Grupo de Bombas e Explosivos da PF do Rio de Janeiro não detectou sinais de explosivos, produtos químicos ou que tenha ocorrido um incêndio interno.

Os peritos criminais federais procuraram, por exemplo, indícios de deformações na fuselagem que indicassem uma explosão interna, mas nada foi encontrado.

A morte de Teori aconteceu em 19 de janeiro de 2017, quando o avião caiu no mar próximo a pista de pouso de Parati (RJ). Zavaski tinha 68 anos. O ministro era o relator dos casos da Lava Jato sobre políticos com foro privilegiado no STF, gerou dúvidas nos familiares e teorias conspiratórias.

Desde então as causas da queda são apuradas em caráter sigiloso.

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